sexta-feira, 15 de abril de 2011

Estranhas aberturas na Antártida


Estranhas aberturas na Antártida

Bases secretas subterrâneas?,
 As imagens que se seguem foram tiradas no Continente Antárctico, onde aparecem umas estranhas aberturas nas montanhas rochosas cobertas de neve. Não se tem a certeza se essas aberturas ou entradas são naturais, ou foram feitas artificialmente.

Existem histórias sobre bases secretas americanas ou mesmo nazistas, que teriam sido construídas nesses locais remotos, não se sabendo ao certo com que propósito. Podemos levantar várias hipóteses, mas continuaremos sem uma resposta conclusiva.

O pouco que se sabe é que, antes de 23 de Fevereiro de 2006, não existiam ou estariam cobertas pelo gelo aí existente. Após essa data, é claramente visível uma abertura no mesmo local, talvez devido ao degelo como consequência do aquecimento global.

A abertura é mais ou menos em forma triangular, com uma largura aproximadamente de 90 metros e uma altura de 30 metros, é por isso de tamanho considerável. O chão parece ser feito de gelo e o nível ligeiramente côncavo.
A primeira abertura está localizada nas seguintes coordenadas : 66° 33′ 11″.58 Sul e 
99° 50’17″.86 Leste.

A imagem da esquerda tirada antes de 23/02/2006 e a imagem da direita depois de 23/02/2006, já com a abertura aparecendo. 


A seguir são fotos da segunda abertura localizada em: 66° 36′ 12″.58 Sul e 99° 43′ 12″.72 Leste.

Observe que a entrada é composta por uma espécie de proteção feita de um tipo de material totalmente diferente do material rochoso ao seu redor. Isto sugere claramente, que estamos perante uma entrada construída artificialmente para o interior da terra !!!.
Mas feita por quem e com que propósito e fim?
De um fato nos podemos ter absoluta certeza: essas aparentes entradas para o interior da terra foram feitas para OBJETOS QUE VOAM, E que se DESLOCAM PELO AR, mas por quem?

quarta-feira, 13 de abril de 2011

MEDITAÇÃO PARA INICIANTES


Por Izilda Bezzera


No oriente, meditar é algo bem diferente. é entrar num estado de consciência onde se torna mais fácil compreender a si mesmo. Nisargadatta Maharaj, um mestre indiano, nos explica com simplicidade no seu livro I am That: "Nós conhecemos o mundo exterior de sensações e ações mas, do nosso mundo interior de pensamentos e sentimentos, nós conhecemos muito pouco. O objetivo primário da meditação é que nos tornemos conscientes e que nos familiarizemos com a nossa vida interior. O objetivo final é alcançar a fonte da vida e da consciência."

Assim, através da meditação vamos prestar atenção e descobrir como funcionamos. Como agimos em determinadas situações, porque respondemos uma coisa quando gostaríamos de dizer outra, porque fugimos daquilo que mais queremos, porque vivemos mergulhados na ansiedade, na depressão e no cansaço quando queremos apenas a tranqüilidade.

Grande parte dessa confusão é criada pela mente. Podemos dizer que ela é o instrumento de nossa consciência e contém a somatória de nossos condicionamentos, padrões de pensamento, nossa memória e nosso lado racional. A mente é como um lago agitado. Ao ver a lua refletida nesse lago turbulento poderíamos supor que a própria lua é algo disforme e agitado, mas estaríamos totalmente enganados. Da mesma forma, quando olhamos para o reflexo do nosso Eu-Superior no lago inquieto de nossa mente, não conseguimos perceber sua verdadeira natureza. Meditar nada mais é do que aquietar os turbilhões dos pensamentos, serenar a mente para que possamos reconhecer com clareza nossa essência. Durante esse processo de aquietar a mente nos damos conta de nossos padrões de pensamento e de ação e, assim, podemos transformá-los.
 

Dicas para a Prática



A prática da meditação, embora simples, requer bastante disciplina e regularidade. Abaixo estão algumas dicas de como iniciar sua prática de meditação.

Escolha um lugar sereno onde você possa sentar-se de maneira confortável e com a coluna ereta. Pode ser numa cadeira ou no chão com as pernas cruzadas. Sentar-se sobre uma pequena almofada ajuda a manter as costas eretas. Use roupas que não apertem nem incomodem. 

Acender um incenso ou colocar uma música bem suave pode ajudar a criar um clima de tranqüilidade no início. Depois de algum tempo, pode ser que você prefira dispensá-los. 

Evite meditar quando estiver com sono ou muito cansado. Você se sentirá frustrado por não conseguir se concentrar e desanimará de sua prática diária. Um bom horário para meditar é pela manhã, quando estamos mais tranqüilos e descansados. Porém, isso também é individualizável. Se você sentir que consegue melhores resultados à noite, escolha esse horário. 

Comece com dez minutos diários. Coloque um relógio para despertar após esse tempo, assim sua mente não poderá sabotá-lo fazendo-o acreditar que já se passaram muito mais que dez minutos. 
Não se mova durante esse tempo. O corpo é como um pote e a mente é a água dentro dele. Mover o recipiente faz com que a água também se mova e, lembre-se, o que você quer é que sua mente permaneça quieta e imóvel. 

A atenção deve estar voltada para o objeto da meditação (a respiração, um símbolo, etc.) sem que isso necessite de grandes esforços. Caso você disperse, reconduza sua atenção suavemente ao objeto escolhido. 

Qualquer coisa que aconteça estará bem. Se houver um monte de pensamentos desfilando pela sua cabeça, se você tiver vontade de chorar ou de rir, se você achar que nunca vai conseguir se concentrar, tudo bem. Apenas continue sentado e, sempre que possível, volte a sua atenção para o objeto sobre o qual está meditando. 

Exercícios de Meditação

Um dos exercícios mais simples é observar a respiração. Sinta o ar entrando e saíndo pelas narinas. Acompanhe seu caminho por todo o corpo. Repare nos movimentos da barriga, do peito. Veja se há movimentos ou sensações na pelve, pernas, cabeça, etc. Esteja com o ar o tempo todo. 

Quando estiver em contato com a natureza, sente-se diante de uma paisagem e observe-a. Ouça os sons, veja as cores, sinta os aromas mas não fique dando nome às coisas ou analisando-as: "esse cheiro deve ser daquela flor", "como é bonita a forma daquela montanha", "o som desses passarinhos me deixa tão relaxado...". Apenas ouça, veja e sinta sem criar frases na sua mente, sem ficar tagarelando internamente. 

Sente-se diante de uma janela e deixe que a claridade invada seu corpo. Sinta a luz penetrando pelo alto de sua cabeça e fluíndo por todo o corpo. Mantenha sua atenção nesse fluxo. 

Repita o mantra OM durante todo o tempo da sua meditação. Mantras são sons que trazem uma determinada qualidade de energia para quem os vocaliza. O mantra OM é um dos mais antigos do hinduísmo e sua qualidade é o equilíbrio e a serenidade. Ele nos traz energia e ajuda a clarear a mente. 

Olhe atentamente para um símbolo ou um objeto que lhe chame a atenção naturalmente. Pode ser um desenho, uma estatueta, um yantra (diagramas cósmicos do hinduísmo), etc. No Yoga, usamos o simbolo do OM para meditar (veja o desenho ao lado). Olhe para esse símbolo e envolva-se com ele. Observe-o atentamente até que você possa mantê-lo com clareza na sua mente, mesmo de olhos fechados. 

Sente-se em silêncio e preste atenção a cada som que surgir ao seu redor. Ouça tudo ao mesmo tempo. Não se detenha em nenhum deles. Nenhum é mais importante do que os outros, nenhum é melhor ou mais agradável. Não julgue, apenas ouça. Evite relacioná-los com os objetos ou seres que os produzem. Permita-se ouvir o som puro e perceber sua qualidade intrínseca.

Você pode meditar com as cores também. Pergunte ao seu corpo de qual cor ele necessita para estar em harmonia. Aceite qualquer cor que lhe venha à mente. Imagine um grande jorro de luz dessa cor fluindo sobre você ou mergulhe num oceano tingido com a cor escolhida. Não se preocupe em "ver" a cor, você pode apenas sentí-la com seus sentidos interiores. 

Observe seus pensamentos e tente perceber o espaço que existe entre um e outro. Mesmo numa mente completamente confusa, os pensamentos surgem e desaparecem deixando um breve espaço entre si. Descubra esse espaço, nem que seja apenas um segundo. Observe-o e você vai perceber que ele começará a se ampliar. Ao penetrar nesse espaço em branco, você estará além da mente.

quinta-feira, 7 de abril de 2011

TSAMPA um alimento do Futuro!


TSAMPA é um alimento, para casos de escassez, guerra ou outra necessidade de sobrevivência, uma bolinha deste alimento substitui uma refeição!
No caso de que se os alimentos em determinado momento escasseiarem, em casos de conflitos ou de severas mudanças terrestres que poderão acontecer…
Seria importante que as pessoas saibam como se manter elaborando um alimento nutritivo e fácil de ser armazenado, sem necessidade de eletricidade e de fácil acesso.
Este alimento, no formato de uma bolinha, elaborada, substitui uma refeição, claro junto com líquido suficiente.

Os 9 ingredientesnecessários para a confecção do TSAMPA :

Feijão vermelho
Grão de bico
Lentilha
Milho seco
Amendoim natural
Mel puro
Banana verde
Soja em grão
Trigo seco

Este alimento, condicionado herméticamente em vidros de boca larga, ficarão livres de bactérias, fungos e podem durar de 4 a 7 anos!!!

importante:
NÃO É PERMITIDO VENDÊ-LO

Sugestão:


É para que se formem grupos nas comunidades e o preparem em cada casa, a quantidade é determinada pelo número de pessoas que farão parte na preparação e posterior repartição do TSAMPA. Em um grupo, composto por 15 integrantes, se tomou como medida básica 5 quilos.
Foram feitas perto de 1.700 (bolinhas) de TSAMPA e em sua repartição ficou mais de 100 bolinhas para cada integrante, ou seja alimentação para 1 mês.
É importante que se respeite a proporção de “1 por 1” entre todos os grãos.
Quer dizer que se se estabelecer como medida básica 1 Kg, deverá ser 1 Kg de feijão, 1 Kg de grão de bico e assim sucessivamente para todos os componentes. Se se toma como medida básica 3 Kg, deverão ser 3 Kg de feijão, 3 Kg de grão de bico, 3 Kg de lentilhas e assim para todos os ingredientes.


Nota sobre a Banana Verde:


Para obter 1 Kg útil de banana têm que se descascar 5 quilos de banana verde, portanto, se por exemplo se se estabelece como medida básica 5 Kg, tem que descascar 5 x 5 = 25 Kg de banana verde para se conseguir a quantidade necessária; logo se corta em tiras para poder tostar antes de moê-la.

Nota sobre o Mel:

Em geral o mel é utilizado na proporção de “1 por 3”, quer dizer, se se estabelece como medida básica 1 Kg, a quantidade de mel necessária para amassar o TSAMPA é de 3 Kg; se se estabelece uma medida básica de 5 kg a quantidade necessária é de 15 (5 x 3 = 15) quilos de mel puro.

Entretanto, no momento da preparação do TSAMPA o sentido comum sugerirá a quantidade exata do mel a utilizar, já que as bolinhas não devem ficar nem muito secas, que poderiam desmanchar-se em seguida, nem muito molhadas, já que demorariam muito tempo para secar ou poderiam deformar ou achatar no momento de serem armazenadas.

O TSAMPA é um alimento altamente energético. O consumo de  uma bolinha de TSAMPA o equivalente a uma das três refeições que normalmente consumimos num dia, portanto com a ingestão diária de três bolinhas de TSAMPA não se necessita consumir nenhum outro alimento, já que só elas fornecem ao organismo a energia necessária e suficiente para seu desenvolvimento funcional durante o dia. Em tempos “difíceis”, o TSAMPA preparado e armazenado com antecipação pode ser a única tábua de salvação frente a escassez de alimento ou diante da impossibilidade de consumir o que se consiga ao redor devido a sua contaminação, seja química, biológica ou nuclear.

PREPARAÇÃO TOSTADO:
Todos os ingredientes serão tostados em separado, já que cada um tem seu grau de tostagem específico. A banana uma vez cortada em tiras pode ser seca ao sol, se é que tem a possibilidade de fazê-lo. Se não, simplesmente se pode tostá-la num forno para logo moê-la.

Moinho de Tsampa

MOAGEM:
Se moem os ingredientes separadamente já que cada um tem seu grau de dureza específico (o milho é o mais duro de moer) utilizando um moinho manual tipo corona. (NÃO UTILIZAR MOINHO ELÉTRICO). Recomenda-se não utilizar moinhos elétricos de nenhum tipo já que ao utilizar estes artefatos se estaria privando aos ingredientes do corpo elétrico ou corpo energético, que também os vegetais possuem e que neles constitui em definitivo o elemento nutritivo principal para nós, os humanos.

MISTURA:Quando tiver todos os grãos e a banana moída, juntam-se todas as farinhas, dependendo da quantidade em um,dois ou mais recipientes não de metal e sim de plástico, tomando o cuidado de fazer uma mescla o mais uniforme possível.

MISTURA COM MEL:
Quando as farinhas estiverem bem misturadas, coloca-se gradualmente o mel.Vai amassando manualmente toda a mistura até obter a consistência desejada, procurando não deixar pequenas bolinhas de farinha sem mel.

BOLINHAS:
Quando estiver toda a massa pronta, bem misturada, nem muito seca e nem muito molhada, fazem-se manualmente pequenas bolinhas do tamanho aproximado de uma bola de golfe ou pingue- pongue.

SECAGEM:
Quando terminar de fazer as bolinhas, deixar secar num local adequado e possivelmente à sombra, tomando cuidado de cobri-las com um pano ou tela que impeça que os insetos, sobretudo as moscas, possam colocar ali seus ovinhos, estragando assim um trabalho de muitos esforços. Uma boa secagem se obtém quando as bolinhas de TSAMPA tenham uma consistência não muito dura e apresentem certo grau de maleabilidade.

CONSERVAÇÃO:
Uma vez obtido uma boa secagem se passa para a conservação.
Recomenda-se armazenar as bolinhas de TSAMPA em recipientes de vidro possivelmente de boca larga que, além de assegurar uma boa conservação natural, permitem um acesso fácil na hora de pegá-las, entretanto também pode utilizar-se um recipiente de plástico… Ambos os tipos de recipientes devem ficar fechados herméticamente para que não haja aceleração no processo de deteriorização das bolinhas ao serem expostas ao ar.

Um TSAMPA bem preparado, que teve uma boa secagem, longe de mosquitos e de insetos e que tenha sido bem armazenado, chega a conservar-se perfeitamente comestível por um tempo de não menos de 4 anos e no máximo 7 anos